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Cartilha: Sinais de alerta e onde buscar ajuda em São João del-Rei


Marco Bittar,

Pedro Dalcy Villas Boas,

Rodrigo César Camarano

Alunos de Psicologia – UNIPTAN

Profa. Orientadora: Dra. Cristiane Silva

Aonde tem vida, tem jeito!

Pode-se dizer que o número de casos de suicídio está alarmante segundo dados recentes. E ainda com este cenário de pandemia está fazendo os números crescerem de forma alarmante por causa, entre outros fatores, da solidão gerada pelo isolamento social e ainda a crise econômica que cresce a cada dia e por isso é algo que afeta a saúde mental tanto de jovens como adultos gerando consequências drásticas como o suicídio. O tema ainda é um tabu e pouco debatido atualmente, cabe aos profissionais da saúde, pais, familiares que fiquem atentos aos sinais e pedidos de socorro que muitas vezes é interpretado como frescura ou ignorado. É importante lembrar que isso não é exclusivo dos adolescentes e sim, o suicídio acontece no mundo inteiro e em qualquer idade. Há diversas hipóteses sobre a razão dos números estarem em tal grau, dentre elas podemos destacar o uso de drogas que podem provocar algum transtorno e/ou dependência. Além disso, com o avanço da tecnologia, em especial os jovens e adolescentes não se socializam como antes e preferem optar por outras atividades mais reclusas como videogames por exemplo. Consequentemente esse hábito dificulta a construção de vínculos e relações sociais. Ainda falando de videogame, no ano de 2017 houve um jogo chamado ‘’Baleia Azul’’ onde o objetivo final é o jogador tirar a própria vida. Esse fenômeno foi responsável por levar embora centenas de vidas em todo o mundo. Como foi dito anteriormente, o assunto infelizmente ainda é pouco discutido, e sem sombra de dúvidas é imprescindível conversar e refletir sobre o tema. É um mito falar que conversar sobre essa problemática vá ocasionar o acontecimento da mesma. Ademais, é relevante comentar que pensar sobre a própria morte é muito normal, afinal é a única certeza que temos na vida. Porém, quando pensar sobre o fim se torna um hábito ou pensar em executar a si mesmo(pensamentos suicidas), há algo que precisa ser trabalhado. Desse modo, é necessário ficarmos de olhos abertos para os vestígios que podem aparecer em simples e pequenas falas, e quando aparecer, é preciso indicar ajuda profissional. PARE! ESCUTE! CONVERSE!

Referências: · http://www.adolescenciaesaude.com/detalhe_artigo.asp? (Links para um site externo.) · https://nacoesunidas.org/um-suicidio-ocorre-a-cada-40-segundos-no-mundo-diz-oms/ (Links para um site externo.)

· Ministério da Saúde. Prevenção do Suicídio Manual dirigido a profissionais das equipes de saúde mental. Univ Estadual Campinas [Internet]. 2006;76.Disponível em acesso em 08/06/20

 

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